Inspiração

Rota ecológica de Alagoas

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Praias idílicas de águas caribenhas, coqueiros a perder de vista, areias semidesertas, praticamente nenhuma construção à vista, e uma vila de pescadores que resiste aos tempos. É o maior clichê de todos, mas é irresístivel, e é o que melhor descreve a Rota Ecológica de Alagoas. A serenidade dessa região de mar turquesa ainda ostenta um título e tanto: lá fica a segunda maior barreira de corais do mundo, com quase 140 km de extensão: um paraíso perfeito para os mergulhadores e crianças interagirem com a fauna marinha. Pra chegar, é preciso pegar 2h30 de estrada a partir de Maceió. A rota guarda um trecho com quase 50 km de praias totalmente preservado, começando em Barra de Camaragibe e indo até Porto de Pedras. E tem preciosidades como a Praia do Patacho, Toque e Tatuamunha – todas super preservadas, sem acesso para carros, e livres de excursões de turismo – e uma coleção de pequenas e charmosérrimas pousadas pé-na-areia escondidas entre a sombra dos coqueiros.

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PRAIA DO TOQUE

A praia do Toque não tem nenhum acesso para carros até a areia (os caminhos param nos fundos das pousadas) e por isso se mantém bastante reservada e preservada. A praia é belíssima, com água morna e aquele infinito de coqueiros quase sem interferência humana. Além disso, tem a barreira de corais, o que deixa o mar calmíssimo e garante a formação de piscinas naturais incríveis na maré baixa.

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PRAIA DO PATACHO

O Patacho é a praia mais próxima do simpático povoado de Porto de Pedras, que merece uma visita. De todos os vilarejos da rota, Porto de Pedras é o maiorzinho, e é bem pitoresco. Você vai se deparar com o frondoso goitizeiro onde Dom Pedro I ficou acampado com sua comitiva durante dois meses, ouvir histórias locais, apreciar uma arquitetura bem característica e ainda provar um pastel de carne seca no bar Encontro das Águas, feito todos os dias bem fresco pelo Cal e a esposa

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PRAIA DE TATUAMUNHA

Tatuamunha é uma praia simpática, cheia de vida marinha, com piscinas naturais incríveis. Caminhando para um lado dela, chegamos na Praia do Laje, uma perfeição de cenário. Pro outro, está o Rio Tatuamunha, onde fica o projeto de proteção e conservação do Peixe-Boi. Hoje, apenas 70 pessoas por dia podem visitar o santuário. Para chegar na área onde onde ficam os peixes, é necessário atravessar uma trilha de meia hora e depois navega mais um tanto pelo rio em jangadas sem motor – barulho mínimo para não afugentar os animais. Os jangadeiros são todos treinados pelo Ibama e, enquanto o barco segue macio pelas águas do mangue, vão contando detalhes da vida dos peixes-boi.

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COMO CHEGAR: Vá para o Aeroporto Internacional de Maceió e lá contrate serviços de transporte ou alugar um carro. Você também pode pedir o transfer na pousada. Sai em torno de R$250 por trecho. O acesso é pela AL-101 em direção a Passo de Camaragibe e Barra de Camaragibe. Avianca, Gol, Azul e Tam voam para lá. COMER: Além dos restaurantes das pousadas (todos maravilhosos), vale ir no Quintal (Praia do Toque) e no Ui Bistrô (Praia do Lage). Em Porto da Rua (do lado do Toque), tem o restaurante do Enildo, bem caseiro, com comida local e gostosa. ARTESANATO LOCAL: o Sol Nascente vende rendas e artigos feitos com palha de bambu (perto do povoado do Toque). E tem as sandálias de couro do Marcos Lima (Toque).

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